Depois de tentarmos chegar a um consenso sobre o que são power ballads, falamos sobre algumas dessas “baladonas” do rock, no nosso assunto da semana.
Agradecimentos especiais aos apoiadores: Caio Bezarias, Carlos Albornoz, Claudio Rosenberg, Ernesto Sebin, Evandro Schott, Felipe de Paula, Flavio Bahiana, João Roberto Tayt, Luis André Araujo, Luiz Paulo Jr., Marcio Abbes, Marco Aurélio, Marcos Cruz, Ricardo Nunes, Rossini Santiago e Válvula Lúdica.
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O poeiraCast
poeiraCast é um programa semanal de bate-papo, na verdade uma mesa redonda livre e direta sobre o assunto que a gente mais aprecia: música. Ajeite-se na poltrona e boa curtição. Toda quarta-feira tem novo episódio no ar.
Direção e Produção: Bento Araujo
Locução e Edição: Ricardo Alpendre
Bento Araujo
É jornalista e fanático por rock desde os primeiros anos de idade. Começou tocando em bandas e trabalhando em lojas de discos. Em 2003, criou a poeira Zine. Desde então teve seus textos e ensaios também publicados nos jornais O Estado de São Paulo e Folha de São Paulo, e nas revistas Bizz, Rolling Stone, Rock Brigade, Roadie Crew etc. Como apresentador, trabalhou com Gastão Moreira e Edgard Piccoli no programa Heavy Lero. Como palestrante, mediador e curador, participa de eventos musicais por todo o País.
José Damiano
Colecionador e apreciador de música, José foi por quase 20 anos o homem à frente da loja de discos Nuvem Nove, um dos mais respeitados points de música do país. José deixou muitos órfãos por aí e agora está de volta com suas polêmicas neste poeiraCast. Foi guru musical de muitos fãs, críticos e músicos da cena paulistana e dentre os ex-funcionários de sua saudosa loja estão Sérgio Alpendre e Bento Araujo. O primeiro foi eleito por José como “Deus”.
Sérgio Alpendre
“O meu negócio é cinema!”. Ele sempre aparece com essa desculpa, mas todo mundo sabe que o negócio dele também é música. Polêmico como poucos, Sérgio Alpendre atua como crítico de cinema na Folha de S. Paulo e na Revista Interlúdio. Foi editor da revista Paisá e sócio-proprietário da loja de discos Jardim Elétrico. É também um fervoroso apreciador do tecnopop da década de 80… “Mas o que ele está fazendo nesse podcast então?”, você deve estar se perguntando. Ouça e encontre a sua resposta.
Ricardo Alpendre
Rocker acima de tudo, nosso popular “Cadinho” é o âncora do poeiraCast. Ele que apresenta o programa, mas nem por isso deixa de dar os seus famosos pitacos. É locutor, jornalista e também cantor. Ricardo é o irmão mais novo de Sérgio, e com ele fundou a loja de discos Jardim Elétrico, que funcionou no centro de São Paulo. Nosso âncora adora o rock básico dos anos 50 e não se conforma da pZ nunca ter feito uma capa com algum ícone do rock daqueles tempos.
Melhor podcast! Sempre acompanhando…
Parabéns pelo podcast e pelo tema… Sei que vai muito da opinião da galera e também não se consegue lembrar de todas, mas deixo aqui algumas “Power Ballads”:
Wasted Time – Skid Row
Say Hello 2 Heaven – Temples Of The Dog
Wasting Love – Iron Maiden
Return To Serenety – Testament
Makes Believe – Angra
A Tout Le Monde – Megadeth
Olá
No quesito Power Ballads, minha pequena contribuição: Lost and Lonely Child, música do Savoy Brown, do álbum Hellbound Train.
Abraço
Salve galera do poeira.Ah, as baladas, se nao fossem elas acho que eu nem era rockeiro. As baladas sempre são as musicas mais bonitas das bandas.Nem dá pra listar ,todas as bandas tem baladas,são milhares e milhares de jóias genialmente lapidadas.mas eu senti a falta de uma banda em especial,que eu sei que voces todos gostam muito,e que tem as baladas mais power e mais maravilhosas de todo o rock, o BUDGIE, o meu top5 é todo so de musicas deles.nem precisa citar os nomes, são todas fodas. valeu galera, abraços e até quarta que vem.
Salve, equipe do Poeira Cast.
Acrescento à lista duas power ballads de grupos de metal(aliás, quando grupos do gênero se metem a fazer baladas, sai de baixo!! Maravilhosas, muitas vezes – Fade to black é uma das cinco maiores ‘power ballads’ de todo o rock):
– Defender – do Manowar(grupo com o qual a maioria da mesa, aparentemente, antipatiza ) – mas um exemplar do gênero com tudo que ele deve ter;
– To be Demon – do Loudness (do primeiro disco)- essa é,no máximo, uma ‘semi power ballad’ – as partes aceleradas, bem speed metal, imperam, mas as partes lentas e mais emocionais seguem à risca os mandamentos do gênero(ou subgênero?)
Grande abraço a todos.
Vocês almoçam e jantam UFO, e esqueceram de todas as grandes power-ballads deles!! Lamentável
cadê o Tom Waits????? hehehe